Acho essa questão da afinação fundamental. Inclusive costumo dizer que é possível fazer boa música em qualquer violão que esteja em bom estado - ou seja, sem empenos, rachaduras, cravelhas tortas ou duras, etc -, encordoamento idem e, principalmente, afinado. Não tolero violão que não afina - claro, na medida em que um violão pode ser afinado. Agora, já vi muita gente boa discordar de muita gente igualmente boa em relação à afinação de um violão - evidentemente de forma sutil, discreta ou mesmo não esplicitamente expressa. Então chego à conclusão de que um bom afinador, apesar de estar limitado a afinar apenas as cordas soltas ou, eventualmente, notas isoladas, não o instrumento como um todo, pode ser de grande utilidade em shows ou outras circunstâncias em que seja difícil ouvir o violão. Em aulas em grupo ou outras situações que exigem afinar muitos violões entre si - como no caso de orquestras de violões - também pode ser muito útil dispor de um afinador. E quanto mais alta a qualidade deste, melhor.
Por outro lado é interessante lembrar que o pessoal da música renascentista costuma dizer que "tocar música da Renscença com instrumentos
muito afinados é falta de educação"... rsrsrs
Editado por Lula Perez, 28 janeiro 2012 - 11:03.