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Di Giorgio 1958, quanto vale?


13 respostas neste tópico

#1 Victor Martin

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Postado 09 agosto 2007 - 16:41

Olá,

Estou com uma dúvida e talvez vocês possam me ajudar. Tenho um Violão Di Giorgio Série Artística, Classe nº 1, Ano: 1958, assinado a mão pelo próprio Romeu Giorgio. Gostaria de vendê-lo mas não sei o preço que devo pedir.
Vocês podem me ajudar informando o + ou - o valor deste instrumento e como devo proceder para vender?

Abaixo segue fotos do instrumento.

Obrigado

Victor
Taubaté/SP
victor.taubate@gmail.com

Violão Di Giorgio - 1958

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#2 Ivanhoé Ferreira

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Postado 09 agosto 2007 - 16:52

Vitor, poste tbm uma foto da mão, do selo e do fundo do violão, pra facilitar uma possível avaliação.

Me parece que o tampo ja foi trocado, e esse Selo de cor branca não é comum em Di-giorgios.

AbraçO!!!
Abraço!
___________________________________________________________________
Ivanhoé Ferreira Jr.

"...no mundo tem que ter de tudo, se não falta!!"

#3 Julian J. Ludwig

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Postado 09 agosto 2007 - 17:25

É pela foto parece que ja rolou uma reforma. Ou ele ficou na caixa por 49 anos... hehe
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#4 LinsBahia

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Postado 09 agosto 2007 - 17:46

Depende do estado do violão!Se for série ouro de 1000 a 500!É o que tenho visto no mercado livre!Dá uma passada por lá e confere.
Abração

#5 Ricardo Dias

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Postado 09 agosto 2007 - 18:00

O tampo não é original, o que transforma o instrumento em qualquer coisa. Pode ser até melhor, mas não é mais um Di Giorgio 58. E a assinatura do Romeo, se é a que está atrás da cabeça, não é dele não; era do funcionário que gravava.
Ricardo Dias
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#6 livi

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Postado 09 agosto 2007 - 20:05

Dar errado é meio relativo. As vezes tem um pouco de desequilibrio, ou um som meio diferente, mas ainda dentro do padrão. As vezes rola algo bizarro com o instrumento. Mas é meio complicado de arrumar.

Ja vi um luthier trocar o vundo de um violão por um mais grosso para controlar a ressonancia. Melhorou muito. Ja vi também luthier retrabalhar tampo, de violão. Mas não conheci o instrumento antes do trabalho.

Possivel é, mas acho queno geral na melhor das hipóteses o cara se da conta de o que que deu errado, mas não consegue arrumar.

Abraços.

#7 L. Latú

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Postado 09 agosto 2007 - 22:59

Teve um caso esses dias que me chamou a atenção. Tenho uma aluna que também tem um Di Giorgio (com essa mesma assinatura, já citada acima).

Este violão dela caiu, nas férias, e ela mandou pro luthier...
E, acreditem, mesmo com a bela rachadura (entre mão e braço), o luthier ofereceu a ela a bagatela de R$1.200,00.
E, acreditem mais ainda, ela não vendeu...

Sei lá...eu não tenho idéia de preço e tal...
Obviamente, é um DiGiorgio infinitamente superior a uns de hoje em dia...Mas R$1.200,00?
Eu sugeri prá ela vender e pegar um de luthier...

E vc, o que acha? Ela deve ou não deve vender?
Se vc acha que ela deve vender, ligue para 0800-001-deve vender
Caso contrário, ligue para 0800-001-não deve vender

Pois o final, vc decide!
www.youtube.com/llpopzera

#8 Julian J. Ludwig

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Postado 10 agosto 2007 - 02:22

Bom, de vez em quando a gente ve uns violões antigos com preços simplesmente fora da realidade.
Mas no caso quem ofereceu a grana foi o Luthier, o que muda um pouco a perspectiva.

Mas de todos os que eu vi, ainda acho que um violão de luthier feito sob medida é a melhor opção.
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#9 Victor Martin

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Postado 10 agosto 2007 - 18:46

Olá pessoal, obrigado pelas respostas.

Então, respondendo algumas delas: eu digo que o violão foi restaurado há mais ou menos 3 anos na Di Giorgio, nada foi trocado, apenas restaurado.

E em breve posto uma foto que mostre bem o selo interno.

Ainda não sei por quanto vender, mas já tive uma idéia do valor pelo menos.

Obrigado

#10 Ricardo Dias

    O Sereno

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Postado 10 agosto 2007 - 19:53

Lamento, mas o tampo foi trocado sim. Aquela roseta de borboletas é japonesa, muito usada nos Fora de Série e Master nos anos 80, não existia nos anos 60. E aparentemente foi colocado poliuretano, o que descaracteriza ainda mais o instrumento original. Veja, pode ter ficado até melhor que antes, não discuro isso. Mas em termos de mercadop conhecedor, não é mais um Di Giorgio 58. Sem contar que quase certamente - fotos enganam, não posso jurar - trata-se de um tampo de cedar, que a Di Giorgio só começou a usar nos anos 70. Mas, como ficou um instrumento híbrido, o que passa a valer é o som, e aí o valor sai do mercado, podendo valer até mais.
Ricardo Dias
Luthier
Rio de Janeiro
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