O Ranking do Violão no mundo e no Brasil.
Criado por Rocha10, 21 Nov 2007 06:48
4 respostas neste tópico
#1
Postado 21 novembro 2007 - 06:48
Orlando Rocha.
#2
Postado 21 novembro 2007 - 07:01
Na minha humilde opinião um ranking desse seria impraticável. Existem vários violonistas de alto nível em atividade e não vejo como apontar "o melhor".
Sobre o RM nem vale a pena comentar.
Sobre o RM nem vale a pena comentar.
"A vida sem música é simplesmente um erro, uma tarefa cansativa, um exílio" - Nietzsche
#3
Postado 21 novembro 2007 - 07:26
Oi Orlando,
Seguindo o que o Dorian falou, na minha humilde visão, isso não dá para fazer.
Não existe. Quer dizer, existe mas não é real.
Algumas revistas insistem em criar esse tipo de pesquisa para premiar, mas não dá para medir isso.
O que dá para fazer, é reconhecer o grande trabalho de alguns músicos, que realmente são geniais e ai você tem grandes nomes.
Nomes esses de pessoas que são responsáveis no seu trabalho de interprete, ensino, pesquisa, divulgação de seu trabalho.
Abraço
Seguindo o que o Dorian falou, na minha humilde visão, isso não dá para fazer.
Não existe. Quer dizer, existe mas não é real.
Algumas revistas insistem em criar esse tipo de pesquisa para premiar, mas não dá para medir isso.
O que dá para fazer, é reconhecer o grande trabalho de alguns músicos, que realmente são geniais e ai você tem grandes nomes.
Nomes esses de pessoas que são responsáveis no seu trabalho de interprete, ensino, pesquisa, divulgação de seu trabalho.
Abraço
Grande Abraço
Victorazzi
victorazzi.wordpress.com
Victorazzi
victorazzi.wordpress.com
#4
Postado 21 novembro 2007 - 07:41
Não da para saber quem são os melhores.
Mas da para saber que ele não esta no top 5.
Hahah, com certeza deve ser por isso...
Não tenho nada contra ele, mas sejamos francos né... oras.
Mas da para saber que ele não esta no top 5.
Citar
Obs: Paco de Lucia e John Williams figuram com maior popularidade, devido ao fato de seus trabalhos estarem nas trilhas sonoras de filmes campeões de bilheterias e não somente a arte violonistica.
Hahah, com certeza deve ser por isso...
Não tenho nada contra ele, mas sejamos francos né... oras.
#5
Postado 21 novembro 2007 - 08:17
Claro que não dá pra falar de "ranking", porque arte não é tênis, mas dá pra falar quais os violonistas que tocam, vendem e ganham mais.
Vamos falar estritamente de violão clássico, o que já nos poupa o trabalho de comentar as mentiras de RM.
É uma pirâmide. Quem está mais no alto ganha mais e tem teoricamente tem mais ofertas de trabalho e mais liberdade de escolha. Quem está mais abaixo progressivamente ganha menos e tem de correr mais atrás para conseguir tocar.
No topo, temos o John Williams, que não sai de casa para um recital por menos de 30 ou 40 mil dólares.
No patamar abaixo, não sei dizer quanto abaixo, Pepe Romero e possivelmente Christopher Parkening e o Angel Romero.
Abaixo destes, mas ainda com um cachê respeitável e muito prestígio, Duo Assad, Manuel Barrueco, Sharon Isbin, possivelmente o David Russell e o Paul Galbraith, Göran Söllscher, Yamashita e talvez mais uns 4 ou 5.
Daí vem o pessoal que depende bastante do circuito de festivais e sociedades de violão, mas que ainda assim tem um calendário sólido ao longo do ano, como o Roland Dyens, o Pavel Steidl e uma pá de ex-vencedores de concursos que estão na faixa dos 30-50 anos. Tem também o pessoal que tem uma carreira mais localizada ou mais voltada para nichos como música contemporânea ou música de câmara, por exemplo o Matts Bergström, o Craig Ogden ou eu mesmo. Normalmente é um pessoal que tem uma posição de ensino como rede de segurança, mas não depende exclusivamente dela.
Daí vem o pessoal que acabou de sair do crivo de concursos e de estréias e tem que sair à batalha, e normalmente toca pelo que se oferecer.
Vamos falar estritamente de violão clássico, o que já nos poupa o trabalho de comentar as mentiras de RM.
É uma pirâmide. Quem está mais no alto ganha mais e tem teoricamente tem mais ofertas de trabalho e mais liberdade de escolha. Quem está mais abaixo progressivamente ganha menos e tem de correr mais atrás para conseguir tocar.
No topo, temos o John Williams, que não sai de casa para um recital por menos de 30 ou 40 mil dólares.
No patamar abaixo, não sei dizer quanto abaixo, Pepe Romero e possivelmente Christopher Parkening e o Angel Romero.
Abaixo destes, mas ainda com um cachê respeitável e muito prestígio, Duo Assad, Manuel Barrueco, Sharon Isbin, possivelmente o David Russell e o Paul Galbraith, Göran Söllscher, Yamashita e talvez mais uns 4 ou 5.
Daí vem o pessoal que depende bastante do circuito de festivais e sociedades de violão, mas que ainda assim tem um calendário sólido ao longo do ano, como o Roland Dyens, o Pavel Steidl e uma pá de ex-vencedores de concursos que estão na faixa dos 30-50 anos. Tem também o pessoal que tem uma carreira mais localizada ou mais voltada para nichos como música contemporânea ou música de câmara, por exemplo o Matts Bergström, o Craig Ogden ou eu mesmo. Normalmente é um pessoal que tem uma posição de ensino como rede de segurança, mas não depende exclusivamente dela.
Daí vem o pessoal que acabou de sair do crivo de concursos e de estréias e tem que sair à batalha, e normalmente toca pelo que se oferecer.













