Olá pessoal!
Acabei de chegar da cidade e comprar um umidificador de ar.
Como alguns já sabem, moro em São José do Rio Preto e a umidade relativa do ar por aqui é terrivelmente baixa. Segundo um médico que cuidou de problemas respiratórios dos meus dois filhos, disse que a URA (Umidade Relativa do Ar) é semelhante ao deserto e a tendência é só de piorar devido aos problemas globais que já sabemos.
A minha pergunta é a seguinte:
Levando em consideração que já foi comentado por aqui sobre "ar condicionado e violão", e eu já estou à par dos perigos segundo os comentários já postados aqui pelos companheiros, então gostaría de saber somente sobre a relação do violão com o umidificador.
Desde já muito obrigado à todos!
Violão & Umidificador de Ar
Criado por Kelvin Borrero, 13 Set 2008 16:23
27 respostas neste tópico
#1
Postado 13 setembro 2008 - 16:23
#2
Postado 13 setembro 2008 - 16:54
O violão vai tender a perder um pouco de brilho; em princípio, só isso. Rachar é quando está seco demais.
#3
Postado 13 setembro 2008 - 17:13
Procure tomar muito cuidado com a variação, sobretudo abrupta (para mais ou para menos), da umidade. Por exemplo, se com o seu umidificador ligado ela se manter em 60% e um dia a energia vier a acabar e o aparelho desligar, caindo o nível para uns 30%, digamos, será muito preocupante.
#4
Postado 13 setembro 2008 - 17:23
Queria aproveitar a conversa (sempre pertinente) sobre umidade e perguntar sobre aquecedores - pra quem mora no hemisfério norte. Eu dei uma procurada no fórum, mas não encontrei uma conversa que tratasse do assunto. Talvez eu não tenha sabido procurar? Se é este o caso, me desculpem, e peço que postem um link pra conversa.
O inverno está chegando aqui em Chicago e dentro de dois meses, começa o uso dos aquecedores. Eles são centrais e a gente nem controla - são ligados automaticamente no fim e no começo do dia. O apartamento fica muito, muito seco porque não dá pra abrir a janela de jeito nenhum.
O violão é novo. Foi fabricado na Coréia (o Tagima), daí foi pra São Paulo e então foi trazido pra cá depois de três dias. Não vai sair do apartamento nos próximos meses. Está chovendo por aqui agora. E vai esfriar muito.
Alguém tem uma experiência pra compartilhar? Ou um conselho?
Obrigada
O inverno está chegando aqui em Chicago e dentro de dois meses, começa o uso dos aquecedores. Eles são centrais e a gente nem controla - são ligados automaticamente no fim e no começo do dia. O apartamento fica muito, muito seco porque não dá pra abrir a janela de jeito nenhum.
O violão é novo. Foi fabricado na Coréia (o Tagima), daí foi pra São Paulo e então foi trazido pra cá depois de três dias. Não vai sair do apartamento nos próximos meses. Está chovendo por aqui agora. E vai esfriar muito.
Alguém tem uma experiência pra compartilhar? Ou um conselho?
Obrigada
#5
Postado 13 setembro 2008 - 17:30
Tem de ficar com umidificante direto, seja dampit, seja um daqueles difusores, mas o tempo todo. E guarde o violão longe dos radiadores.
#6
Postado 13 setembro 2008 - 17:41
Ieda, em Sep 13 2008, 05:23 PM, disse:
Queria aproveitar a conversa (sempre pertinente) sobre umidade e perguntar sobre aquecedores - pra quem mora no hemisfério norte. Eu dei uma procurada no fórum, mas não encontrei uma conversa que tratasse do assunto. Talvez eu não tenha sabido procurar? Se é este o caso, me desculpem, e peço que postem um link pra conversa.
O inverno está chegando aqui em Chicago e dentro de dois meses, começa o uso dos aquecedores. Eles são centrais e a gente nem controla - são ligados automaticamente no fim e no começo do dia. O apartamento fica muito, muito seco porque não dá pra abrir a janela de jeito nenhum.
O violão é novo. Foi fabricado na Coréia (o Tagima), daí foi pra São Paulo e então foi trazido pra cá depois de três dias. Não vai sair do apartamento nos próximos meses. Está chovendo por aqui agora. E vai esfriar muito.
Alguém tem uma experiência pra compartilhar? Ou um conselho?
Obrigada
O inverno está chegando aqui em Chicago e dentro de dois meses, começa o uso dos aquecedores. Eles são centrais e a gente nem controla - são ligados automaticamente no fim e no começo do dia. O apartamento fica muito, muito seco porque não dá pra abrir a janela de jeito nenhum.
O violão é novo. Foi fabricado na Coréia (o Tagima), daí foi pra São Paulo e então foi trazido pra cá depois de três dias. Não vai sair do apartamento nos próximos meses. Está chovendo por aqui agora. E vai esfriar muito.
Alguém tem uma experiência pra compartilhar? Ou um conselho?
Obrigada
olá Ieda !
Bom eu moro na holanda e quando o inverno chega a umidade realmente baixa e é pra se preocupar sim .
O que eu faço é colocar dentro do case uma esponja umida ou um algodao dentro de um saquinho de plastico cheio de furos , isso mantém a umidade dentro do case do violao acho que isso é o suficiente , bom pelo menos é o que eu faço e nunca tive problemas .
mas aqui na holanda a umidade do ar é muito alta , e só baixa quando fica com temperatura negativa . dentro de casa eu sempre deixo um basculante aberto o tempo todo e durante o dia deixo a casa ventilar , pq o aquecedor realmente deixa o ar muito seco .. ahhhh e dentro do meu quarto de estudo tem sempre um baldinho cheio de agua e uma flanela grossa que eu sempre molho e penduro
sucesso !!
paz, saúde e realizaçoes .....
#7
Postado 13 setembro 2008 - 17:56
Eu moro no Rio Grande do Sul, e aqui, ao contrário, a umidade é muita.
nestes casos o violão também não precisa de um cuidado especial para diminuir a umidade?
Abraços,
Átila
nestes casos o violão também não precisa de um cuidado especial para diminuir a umidade?
Abraços,
Átila
#8
Postado 14 setembro 2008 - 09:36
Obrigada Zanon e Leo. Suas dicas são valiosas. E agradeço a paciência de responder às perguntas de quem não conhece muito.
Não conhecia esse dampit. Parece ser mesmo bem popular. E uma solução barata.
Pra quem não sabe do que se trata, achei esse pdf que explica. Está em inglês, mas tem uns desenhinhos.
http://www.taylorguitars.com/global/pdfs/g..._humidifier.pdf
Não conhecia esse dampit. Parece ser mesmo bem popular. E uma solução barata.
Pra quem não sabe do que se trata, achei esse pdf que explica. Está em inglês, mas tem uns desenhinhos.
http://www.taylorguitars.com/global/pdfs/g..._humidifier.pdf
#9
Postado 14 setembro 2008 - 10:19
E quem mora na região de Jundiaí/Campinas? Meu violão foi feito em Jundiaí, moro em Vinhedo que é no meio do caminho entre as duas, e normalmente só vou até a faculdade em Campinas, ou seja, variação de umidade muito pequena (acredito eu).
Mesmo nesse caso seria bom eu comprar um desses pra deixar no estojo, ou é tranquilo?
Outra coisa: Semanalmente vou pra São Paulo e o ônibus tem ar-condicionado. Aí é mais sério o risco?
Mesmo nesse caso seria bom eu comprar um desses pra deixar no estojo, ou é tranquilo?
Outra coisa: Semanalmente vou pra São Paulo e o ônibus tem ar-condicionado. Aí é mais sério o risco?
André Priedols
www.andrepriedols.com
www.discordas.wordpress.com
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www.discordas.wordpress.com
#10
Postado 15 setembro 2008 - 00:19
Num ônibus assim, por apenas uma hora, não vejo necessidade.
Se o instrumento não sai da mesma região, ele pode passar por variações grandes de umidade, porém elas são graduais. Se um violão usado entre SP e Campinas racha, ele racharia em qualquer outro lugar.
Situações de risco são: [1] viagem de avião, pela umidade subitamente perto de zero dentro da aeronave e possivelmente bem diferente entre os locais de origem e destino. [2] Locais com aquecimento ou refrigeração artificial, que submetem o instrumento a uma variação de umidade muito grande, praticamente sem sair de casa. Imagine naquele frio de Chicago, 10 negativos e úmido lá fora, 24 positivos e super seco dentro de casa. É só sair sem um estojo adequado e o violão sofre. [3] Acondicionamento inapropriado: porta-malas de carro com o sol em cima por muitas horas, proximidade a aquecedores ou banheiros, sol direto, etc.
Se o instrumento não sai da mesma região, ele pode passar por variações grandes de umidade, porém elas são graduais. Se um violão usado entre SP e Campinas racha, ele racharia em qualquer outro lugar.
Situações de risco são: [1] viagem de avião, pela umidade subitamente perto de zero dentro da aeronave e possivelmente bem diferente entre os locais de origem e destino. [2] Locais com aquecimento ou refrigeração artificial, que submetem o instrumento a uma variação de umidade muito grande, praticamente sem sair de casa. Imagine naquele frio de Chicago, 10 negativos e úmido lá fora, 24 positivos e super seco dentro de casa. É só sair sem um estojo adequado e o violão sofre. [3] Acondicionamento inapropriado: porta-malas de carro com o sol em cima por muitas horas, proximidade a aquecedores ou banheiros, sol direto, etc.












