Léo Brouwer
Criado por Cláudio Faga, 08 Nov 2008 19:30
18 respostas neste tópico
#1
Postado 08 novembro 2008 - 19:30
Olá,
Aproveitando o clima Brouwer no Brasil, gostaria de algumas sugestões de gravações de obras para violão, não necessariamente solo, de alguns nomes daqueles que não se pode deixar de ouvir entendem? Intérpretes bem consistentes e bem resolvidos, nacionais, estrangeiros etc...
Aproveitando o clima Brouwer no Brasil, gostaria de algumas sugestões de gravações de obras para violão, não necessariamente solo, de alguns nomes daqueles que não se pode deixar de ouvir entendem? Intérpretes bem consistentes e bem resolvidos, nacionais, estrangeiros etc...
Cláudio Faga
#2
Postado 08 novembro 2008 - 22:26
Puxa, não é tão fácil...
Eu nem gosto tanto do próprio Brouwer tocando suas músicas, às vezes...
O que gosto muito:
Leo Brouwer tocando La Espiral Eterna, Canticum e Per Sonare a Due
Williams nos concertos nos. 1 e 4
Costas Cotsiolis no concerto no.2
Cristina Azuma nos Apuntes
Bream no Concerto Elegíaco e na Sonata, apesar do 1o movimento meio lento demais - amplamente compensado pela sonoridade sepulcral do segundo
Kayath na Peça sem Título e Dança Característica
Ainda não conheço gravação totalmente convincente do Elogio de la Danza ou do Decameron Negro (o Denis Azabagic é quem chega mais perto)
De uma forma geral, as gravações do Graham Devine estão bem legais, especialmente La Ciudad de las Columnas
Ao vivo ouvi coisas memoráveis, o Elogio e a Parábola do Edelton, as peças curtas com o Giacomo Bartoloni, a sonata com o Esteban Espinoza. O Rey Guerra costumava tocar tudo muito bem, mas nunca ouvi as gravações.
Eu nem gosto tanto do próprio Brouwer tocando suas músicas, às vezes...
O que gosto muito:
Leo Brouwer tocando La Espiral Eterna, Canticum e Per Sonare a Due
Williams nos concertos nos. 1 e 4
Costas Cotsiolis no concerto no.2
Cristina Azuma nos Apuntes
Bream no Concerto Elegíaco e na Sonata, apesar do 1o movimento meio lento demais - amplamente compensado pela sonoridade sepulcral do segundo
Kayath na Peça sem Título e Dança Característica
Ainda não conheço gravação totalmente convincente do Elogio de la Danza ou do Decameron Negro (o Denis Azabagic é quem chega mais perto)
De uma forma geral, as gravações do Graham Devine estão bem legais, especialmente La Ciudad de las Columnas
Ao vivo ouvi coisas memoráveis, o Elogio e a Parábola do Edelton, as peças curtas com o Giacomo Bartoloni, a sonata com o Esteban Espinoza. O Rey Guerra costumava tocar tudo muito bem, mas nunca ouvi as gravações.
#3
Postado 08 novembro 2008 - 23:26
Sem querer puxar o saco, mas pra mim o Decameron do Zanon é o melhor que eu ja´ouvi, espero que grave algum dia...
Thiago Chaves de Andrade Oliveira[u]www.myspace.com/toliveiraclassicalguitar
#4
Postado 08 novembro 2008 - 23:59
T Oliveira, em Nov 9 2008, 12:26 AM, disse:
Sem querer puxar o saco, mas pra mim o Decameron do Zanon é o melhor que eu ja´ouvi, espero que grave algum dia...
Tiago concordo plenamente com vc!
Já comentei isso aqui não lembro qd, pois tive o privilégio de assistir o Zanon tocando essa peça na cidade de Catanduva e saí de lá simplesmente alucinado! E até hoje lembro dos efeitos que o Zanon conseguia tirar nessa música. Fiquei sonhando com a música por umas 3 semanas!
abçs
#5
Postado 09 novembro 2008 - 00:05
O Brouwer faz os dois violões no "Per sonare a due"? Como consegue sincronizar (ou isso é necessário?)?
#6
Postado 09 novembro 2008 - 00:37
Rapaz, foi a mesma sensação que eu tive quando eu ouvi o Decameron do Zanon ao vivo em Ouro branco em 2005.
Os efeitos eram tão ricos que dava pra visualizar cada passagem da obra de uma maneira muito viva, cada eco, cada trecho da história, cada dissonância ganhava vida e forma na mão dele. Foi um recital mágico, mas o que mais me marcou foi o fato de ser uma interpretação melhor que todas as outras que eu ouvi antes e depois dele. Toda vez q alguém toca o decameron me pergunta o que eu achei eu acabo respondendo (sem querer ofender é claro) que pra mim só o Zanon toca o Decameron...
Foi uma das raras interpretações em que a imaginação musical do intérprete teve um efeito pictório em cima da minha escuta. Algo parecido só quando eu vi o Pavel Steidl ao vivo.
Ah, antes que eu me esqueça! Ele vai tocar o Decameron no Festival da USP, espero que as pessoas que estejam lá pra comentar se concordam ou discordam de mim.
Os efeitos eram tão ricos que dava pra visualizar cada passagem da obra de uma maneira muito viva, cada eco, cada trecho da história, cada dissonância ganhava vida e forma na mão dele. Foi um recital mágico, mas o que mais me marcou foi o fato de ser uma interpretação melhor que todas as outras que eu ouvi antes e depois dele. Toda vez q alguém toca o decameron me pergunta o que eu achei eu acabo respondendo (sem querer ofender é claro) que pra mim só o Zanon toca o Decameron...
Foi uma das raras interpretações em que a imaginação musical do intérprete teve um efeito pictório em cima da minha escuta. Algo parecido só quando eu vi o Pavel Steidl ao vivo.
Ah, antes que eu me esqueça! Ele vai tocar o Decameron no Festival da USP, espero que as pessoas que estejam lá pra comentar se concordam ou discordam de mim.
Thiago Chaves de Andrade Oliveira[u]www.myspace.com/toliveiraclassicalguitar
#7
Postado 09 novembro 2008 - 10:10
Alvaro Pierre!!!
#8
Postado 09 novembro 2008 - 10:21
T Oliveira, em Nov 9 2008, 01:37 AM, disse:
Rapaz, foi a mesma sensação que eu tive quando eu ouvi o Decameron do Zanon ao vivo em Ouro branco em 2005.
Os efeitos eram tão ricos que dava pra visualizar cada passagem da obra de uma maneira muito viva, cada eco, cada trecho da história, cada dissonância ganhava vida e forma na mão dele. Foi um recital mágico, mas o que mais me marcou foi o fato de ser uma interpretação melhor que todas as outras que eu ouvi antes e depois dele. Toda vez q alguém toca o decameron me pergunta o que eu achei eu acabo respondendo (sem querer ofender é claro) que pra mim só o Zanon toca o Decameron...
Foi uma das raras interpretações em que a imaginação musical do intérprete teve um efeito pictório em cima da minha escuta. Algo parecido só quando eu vi o Pavel Steidl ao vivo.
Ah, antes que eu me esqueça! Ele vai tocar o Decameron no Festival da USP, espero que as pessoas que estejam lá pra comentar se concordam ou discordam de mim.
Os efeitos eram tão ricos que dava pra visualizar cada passagem da obra de uma maneira muito viva, cada eco, cada trecho da história, cada dissonância ganhava vida e forma na mão dele. Foi um recital mágico, mas o que mais me marcou foi o fato de ser uma interpretação melhor que todas as outras que eu ouvi antes e depois dele. Toda vez q alguém toca o decameron me pergunta o que eu achei eu acabo respondendo (sem querer ofender é claro) que pra mim só o Zanon toca o Decameron...
Foi uma das raras interpretações em que a imaginação musical do intérprete teve um efeito pictório em cima da minha escuta. Algo parecido só quando eu vi o Pavel Steidl ao vivo.
Ah, antes que eu me esqueça! Ele vai tocar o Decameron no Festival da USP, espero que as pessoas que estejam lá pra comentar se concordam ou discordam de mim.
Pois é Tiago, acrescento ainda que eu só gostava do movimento "La ballada de la doncella enamorada", mais depois de ver esse MONSTRO tocar, consegui sentir todas as nuances, inclusive a parte dos ecos. E teve dois amigos meus que não tocam violão, mais até hoje lembram desse recital e comentam prá caramba que o trecho "dos ecos" causou uma certa ilusão que eles não conseguem esquecer até hoje! E esse recital que eu falo, foi em 2000!
Será que o Zanon não tería feito um curso de hipnóse com o Fábio Puentes?
Zanon:
Nós:
#9
Postado 09 novembro 2008 - 10:51
É, o Decameron é uma música que caiu bem na minha mão, só não toco mais para não enjoar.
Eu devo ter umas duas ou três gravações ao vivo que estão boas mas, como é uma peça longa, sempre acontece algum acidente e deve ter sido por isso que não mostrei no meu programa.
Devo ter material suficiente para fazer um CD de Best of Brouwer; de repente pode ser uma boa idéia para o ano que vem, quando ele faz 70 anos. Vamos ver, a fila vai aumentando... O ano que vem também celebra 50 anos da morte do Villa, 100 de Albéniz e 70 do nascimento do Marlos Nobre, não dá pra passar batido.
Eu devo ter umas duas ou três gravações ao vivo que estão boas mas, como é uma peça longa, sempre acontece algum acidente e deve ter sido por isso que não mostrei no meu programa.
Devo ter material suficiente para fazer um CD de Best of Brouwer; de repente pode ser uma boa idéia para o ano que vem, quando ele faz 70 anos. Vamos ver, a fila vai aumentando... O ano que vem também celebra 50 anos da morte do Villa, 100 de Albéniz e 70 do nascimento do Marlos Nobre, não dá pra passar batido.
#10
Postado 09 novembro 2008 - 13:19
Tem o album da Elena Papandreou, que eu acho fantástico!!!











