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Violão com trastes intermediários!


20 respostas neste tópico

#1 Kelvin Borrero

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Postado 22 janeiro 2009 - 17:05

Lily Afshar tocando:

Lala-ee (Lullaby)

http://br.youtube.co...h?v=9r5QtBV47FM

??? :blink: ???

#2 Jefferson Garrido

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Postado 22 janeiro 2009 - 17:29

Primeira vez que vejo...

#3 edvalson

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Postado 22 janeiro 2009 - 17:50

Apenas uma hipótese: Necessidade criada pela natureza da musica oriental. Lembro-me de ter lido que a musica do oriente de um modo geral, e do oriente médio mais específicamente, emprega uma gama de tonalidades, digamos, menos descontínua do que a ocidental, como se houvera bemol-e-meio, meio-sustenido, etc.
Senescendo et addiscendo

#4 Juan Carlos Lorenzo

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Postado 22 janeiro 2009 - 17:51

Vamos a quedarnos sin saber su utilidad práctica, porque en este video no los usa ni una vez.

Juan

#5 Ricardo Dias

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Postado 22 janeiro 2009 - 17:56

usualmente é para micro tons.
Ricardo Dias
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#6 huh

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Postado 22 janeiro 2009 - 18:12

Só não sei porque apenas alguns trastes, e algumas cordas e posições. Deve ser algo muito particular.
Samuel Huh
http://www.guitanda.com contato@guitanda.com

#7 Daniel Medeiros RS

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Postado 22 janeiro 2009 - 18:58

Interessante.Pena que ela não utiliza nessa peça. Que aliás, é muito boa.AbraçoE que baita violonista!!!Diga-se de passagem...
Daniel Ribeiro Medeiros
Bacharel em Música - Habilitação em Violão pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Mestre em Música pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

#8 Guadaquini

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Postado 22 janeiro 2009 - 19:07

A peça inteira é G jônico. Engraçado como canção de ninar de diferentes lugares no mundo tem um mesmo "clima". Imagina se ela mete um micro tom alí?!!

#9 jamil

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Postado 22 janeiro 2009 - 19:19

Meu professor também emprega, só que [trastes] feitos de pedaços de palito de fósforo, para tocar ao alaúde renascentista peças com outro temperamento, afinação, etc. Não é assim tão incomum. Mas, a primeira vez que vi, também achei muito louco, hehe.

#10 Daniel Medeiros RS

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Postado 22 janeiro 2009 - 19:27

Visualizar PostGuadaquini, em Jan 22 2009, 08:07 PM, disse:

A peça inteira é G jônico. Engraçado como canção de ninar de diferentes lugares no mundo tem um mesmo "clima". Imagina se ela mete um micro tom alí?!!


Oi Guadaquini,

eu a percebo construída sobre a escala pentatônica maior de G. Mesmo assim, é interessante mesmo o fato de que praticamente os mesmos materiais envolvidos nas canções de ninar sejam escalas pentatônicas, Jônicas(jônias), intervalos de quarta justa, etc. Lembra da Canción de Cuna do Brouwer?? Aliás, muitos não a tocam como uma canção de ninar.


Abraço
Daniel Ribeiro Medeiros
Bacharel em Música - Habilitação em Violão pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Mestre em Música pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Paraná (UFPR)