Primeiro ele me deu uma aula. Me ouviu tocar o Maxixe de Barrios e foi logo corrigindo postura. Depois me explicou tudo sobre o ritmo brasileiro maxixe e como toca-lo da forma correta. Foi uma senhora aula. Depois o Alvaro sentou no sofá da sala e tocou o Grand Ouverture de Giuliani. Foi de cair o queixo. A variação de colorido, toques e dinâmica foi incrível. Lembrou-me muito do Segio Abreu tocando a Grand Sonata em Lá de Paganini. Todo mundo lá em casa ficou de queixo caído (detalhe: só eu estava na sala com ele. O resto da galera estava espalhada pela casa fazendo outras coisas mas todo mundo comentou a beleza que foi).
Alvaro, fica aqui o meu agradecimento público.
















