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Seu violão é temperamental?


15 respostas neste tópico

#1 Mário Sérgio

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Postado 11 março 2009 - 11:49

Olá pessoal,

Tem dias que parecem que as coisas não andam direito mesmo. Ontem, ao chegar do trabalho, após brincar com minhas crianças, foi pegar meu violão para estudar um pouco.
Depois de acomodado, fiz os acordes usuais para ver a afinação do violão. Ajusta daqui, ajusta dali e nada, o bichinho não afinava nem a pau. Pensei, para ser sincero que deveria ser algum problema comigo, audição por exemplo, ou até que tinha perdido o jeito de afinar o violão.

Após muitas tentativas, uma meia hora depois, desisti, coloquei o violão no case e o guardei.

Detalhe: tudo isso fiz após uma chuva torrencial que caiu em minha cidade na tarde e noite de ontem, elevando e muito a umidade relativa do ar.

Pergunto: alguém já passou por algo semelhante, de dias em que o violão não quer saber de afinar como a gente gostaria. E a alta ou baixa umidade pode afetar não só no desempenho do instrumento como na sua afinação.

Abraços

Mário Sérgio
"Saber reconhecer a nossa ignorância é mesmo uma das mais belas e seguras garantias de que não carecemos da faculdade de julgar". Montaigne

#2 Milton Costa

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Postado 11 março 2009 - 12:10

Meu violão ( creio que todos) é temperamental com ar condicionado, bagunça um pouco a afinação, mas prefiro isso ao calor, não da pra trabalhar sem ar condicionado.

Quando aumenta muito a umidade ele costuma ficar meio xoxo, mas não afeta muito a afinação não. Mas tem dias que parece que a gente está meio desafinado, o melhor nesses casos é usar o afinador eletrônico.

#3 Ricardo Dias

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Postado 11 março 2009 - 12:47

Muito estranho...
Ricardo Dias
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#4 Caio B.

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Postado 11 março 2009 - 13:13

A corda quando está velha fica muito difícil afinar. Pode ser, também, que você tenha começado a ter uma percepção de microtons e isso também afeta na hora de tocar. De qualquer forma, se o caso continuar é bom você levar o bichinho pro luthier.

#5 Mário Sérgio

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Postado 11 março 2009 - 14:07

Caro mestre Ricardo, o que seria muito estranho, neste caso?

Talvez tenha sido eu que não estava num bom dia.

E Milton Costa, foi mais ou menos isso, parecia que ele estava meio xoxo.

Hoje vou ver como ele e eu nos comportamos. hahahaha
"Saber reconhecer a nossa ignorância é mesmo uma das mais belas e seguras garantias de que não carecemos da faculdade de julgar". Montaigne

#6 Ricardo Dias

    O Sereno

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Postado 11 março 2009 - 14:13

Para perder a afinação, seria preciso que o braço tivesse mexido,e muito, ou as cordas estarem definitivamente mortas. Tem que ver se voltou a afinar. Se sim, trata-se de um GRANDE mistério!
Ricardo Dias
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#7 Mário Sérgio

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Postado 12 março 2009 - 08:57

Olá Ricardo, não tive tempo ontem para dar uma olhada no violão para ver se ele afinaria novamente como queria. Teve um encontro do pessoal da BGM, outro fórum, e coloquei cordas Augustine Reagls novas. A tempos tive informação que estas corda estavam vindo com defeito. Pode ser esse o motivo? Daí elas estarem mortas, por defeito de fabricação? Talvez seria interessante trocá-las por outras para ver o que acontece?

Conquanto ao braço ter mexido, sinceramente não tive tempo de verificar.

Mário sérgio
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#8 Guto

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Postado 12 março 2009 - 09:03

Pode ser corda defeituosa mesmo.

Eu usei um jogo de D'addário uma vez que a sexta corda estava sem som nenhum e afinação muito ruim, até pensei que fosse algum defeito no instrumento.
Trocada a corda ficou tudo certo.
Gustavo Cipriano

#9 Mario Sampaio

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Postado 12 março 2009 - 09:07

Teve uma vez que eu coloquei um jogo de Augustine e as cordas envelheceram muuuuito mais rápido que o de costume. Os bordões ficaram amarelados (até nas pontas, que não são tocadas) e apagados com pouco mais de uma semana de uso.

Não sei se o violão é um instrumento temperamental, mas as cordas com certeza são.
O covarde não começa, o fracassado não termina, o vencedor não desiste.
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#10 Juan Carlos Lorenzo

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Postado 12 março 2009 - 10:56

No sé si las cuerdas son temperamentales. Lo cierto es que son "temperaturales". No hay manera de afinar bien con cambios de temperatura, especialmente las cuerdas segunda y tercera.

En todo caso, cuando cuesta trabajo especialmente la afinación (si no ocurre con todos los encordados, que en este caso puede ser defecto del instrumento), casi seguro es por defecto de las cuerdas.
Para comprobarlo, basta con comparar el sonido de los armónicos en el traste XII con las notas pisadas ahí. Para mayor precisión del test, se puede comparar para cada cuerda el armónico VII con el armónico octavado de la nota pisada en el séptimo traste, que tienen que sonar igual.

También he tenido que tirar muchas cuerdas agudas, especialmente de Augustine.

Juan