É um modelo top, abeto europeu, jacarandá baiano bem escuro, braço em mogno super radial, goma-laca, e roseta especial de madeira natural. São das madeiras que o Arone guarda para usar em casos especiais. Além disso, um certo capricho, digamos, extra, por parte do Arone. Ele ficou bem empolgado com o resultado, e eu também!

Posto uma resenha assim que ele mostrar mais a sua cara, daqui a alguns meses. Nesse meio tempo, aqui vão umas fotos:
Visão 360 graus:







Detalhe do tampo, fundo com luz natural (gostei bastante do contraste tampo claro e fundo bem escuro) e mão, com tarraxas inglesas Robson:





Culatra, visão angulada, e detalhe da roseta especial com maple figurado:



Selo, e tradicional foto no sofá:


Atrasou bastante, digamos que o Arone pelo menos acertou o mês, mas chegou! É o número 133 em quase 20 anos de carreira do luthier, que realmente vem tendo essa política de centralizar todo o processo, e fazer um instrumento por vez. Agradeço ao Arone e sinto que estou completando um ciclo, haja visto que meu primeiro violão de luthier foi um Arone, que me acompanhou por muitos e bons anos. Agora, com este, acredito que estou com o violão tradicional de abeto que eu andava buscando.











