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Coste Estudo Op. 38 no 23


26 respostas neste tópico

#1 Reinaldo_Ramalho

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Postado 13 julho 2010 - 17:03

Pessoal: queria trocar uma idéia. No estudo de técnica um estudo que tem me aconpanhado pela vida toda é o de Coste Op. 38 no 23, entretanto, ao adquirir uma gravação de Loblet não pude conter o assombro com a velocidade do referido intérprete nesta peça. Será que o estudo foi concebido para ser realmente tocado desta forma? A indicação é de Allegro Moderato. Não sei o quão proveitoso seria aumentar a velocidade. Qual seria o senso comum e que outros intérpretes vcs me recomendariam?
Abraços a todos.
Reinaldo Ramalho

#2 Juan Carlos Lorenzo

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Postado 13 julho 2010 - 17:22

Realmente la velocidad con que toca este estudio Llobet es algo espectacular. No creo que la idea de Coste fuera esa, pero el efecto conseguido por el violonista catalán es una especie de doble trémolo, de efecto brillante.

Juan

#3 Mário Sérgio

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Postado 14 julho 2010 - 09:39

Como posso utilizar faço o dedihada da mão direita nesse estudo?
"Saber reconhecer a nossa ignorância é mesmo uma das mais belas e seguras garantias de que não carecemos da faculdade de julgar". Montaigne

#4 FZanon

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Postado 14 julho 2010 - 09:45

Uai, i-m!

#5 Milton Costa

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Postado 14 julho 2010 - 09:58

QUOTE(FZanon @ Jul 14 2010, 09:45 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Uai, i-m!


Ih! ferrou, neguinho ( não o Mário ) vai querer saber que dedo é o U...


#6 CarlosEdu

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Postado 14 julho 2010 - 16:12

Qd escutei essa peça a primeira vez fiquei entusiasmado, mas deixo ela só para escutar por enquanto:

Para quem nunca ouviu:
Etude No.23 op.38 N.Coste - Miguel Llobet ao Violão
http://www.youtube.com/watch?v=Kb4pf2U2B1c


Licenciatura em Musica - 2012 na FACESA - Matriculado


Estudando Violão com profº Gilson Santana da classe de Mário Ulloa.

#7 Reinaldo_Ramalho

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Postado 14 julho 2010 - 18:17

Fico imaginando se Loblet pudesse contar com todos os modernos recursos de gravação... Dá até medo.

Nas passagens em que as cordas pulsadas são a 1a e a 3a não seria mais conveniente o emprego de i e a?

#8 CarlosEdu

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Postado 14 julho 2010 - 18:44

QUOTE(Reinaldo_Ramalho @ Jul 14 2010, 18:17 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Fico imaginando se Loblet pudesse contar com todos os modernos recursos de gravação... Dá até medo.

Nas passagens em que as cordas pulsadas são a 1a e a 3a não seria mais conveniente o emprego de i e a?

Por isso desfruto da idéia que mesmo o Segovia sendo genial não estava nem nunca esteve sozinho em sua empreitada pois o Llobet era demais e só faleceu em 1938. Uma das diferenças é que o Segovia esperou os melhores recursos em termos de gravações. Mas Em suas interpretações Llobet era fenomenal também.

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#9 Antonio Carlos

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Postado 14 julho 2010 - 20:42

Ola Carlos,
Sobre qual empreitada você se refere? Por acaso seria do projeto de transformar o violão respeitado em salas de concerto? Bem, neste caso foi Segovia quem conseguiu esta façanha. Ao entrarmos no Séc. XX o prestígio de violão para o público de "música clássica" era igual ao prestígio de uma sanfona, considerado totalmente inapropriado para salas de concertos. Se atualmente já é dificíl conseguirmos um simples violinista para tocar com o violão, imagine 100 anos atrás. Llobet é a prova que sempre existiu bons violonistas. É óbvio que Segóvia não partiu do nada, mas devemos agradecer a ele todas as possibilidades de concerto que atualmente o violão possui.
Abraços,
AC

#10 Ricardo Dias

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Postado 14 julho 2010 - 20:45

Exatamente. Conta-se que Llobet , talvez por conta de sua personalidade mais tímida, deixou de amealhar material interessante para o violão. Não sei se é verdade. Mas note que Segovia quase que sozinho carregou o violão nas costas e enfiou o pé na porta dos grandes teatros do mundo.
Ricardo Dias
Luthier
Rio de Janeiro
http://uirapurupariu.blogspot.com